Na tarde desta quarta-feira (30/09), foi realizada, no CRAS de Barrolândia, uma palestra alusiva ao Setembro Amarelo, com as famílias participantes do Programa Primeira Infância no SUAS, abordando o tema “Saúde Mental da Família na Primeira Infância”.

O momento foi conduzido pela técnica psicóloga Amanda de Jesus, do SCV (Serviço de Convivência), que, de forma dinâmica e participativa, conscientizou as famílias sobre a importância de cuidar da saúde mental, fortalecer os vínculos familiares e incentivar o diálogo, o acolhimento e a busca por ajuda diante de situações de sofrimento emocional. Foi destacado que pedir ajuda é um ato de cuidado e que toda vida importa.

Durante a atividade, foi realizada uma dinâmica de encher balões, com o objetivo de promover uma reflexão sobre as dificuldades, limitações e desafios que enfrentamos no dia a dia, incentivando os participantes a reconhecerem aquilo que não conseguem realizar sozinhos e a perceberem a importância da colaboração, do diálogo e de pedir ajuda.

Em seguida, a pedagoga Meires Silva, supervisora do Programa Primeira Infância no SUAS, conduziu um momento especial e dinâmico ao som da música “Tente Outra Vez”.

A canção traz uma mensagem de esperança, força e perseverança, reforçando que, mesmo diante das dificuldades, sempre existe a possibilidade de recomeçar.
Por isso, a mensagem foi: “Tente outra vez.”

Foi entregue a cada participante um balão contendo frases motivacionais, proporcionando um momento de reflexão, interação e troca de experiências entre as famílias.

Ao final, foram realizados sorteios de brindes, preparados com carinho pela equipe do Programa Primeira Infância no SUAS. Também foram entregues cartões com a mensagem “Falar é um ato de coragem, ouvir pode fazer a diferença”, confeccionados com muito carinho pela Recepcionista Kayane Guimarães.

Encerramos esse momento especial com um delicioso café da manhã, fortalecendo os vínculos, a convivência e a importância de cuidarmos da saúde mental e emocional de toda a família.
Sua vida importa. Você não está sozinho. Falar, ouvir, acolher e buscar ajuda podem fazer a diferença. Sempre existe a possibilidade de recomeçar.

















