Minas Gerais

Minas Gerais se aproxima da marca de 7 mil mortes pela Covid-19

MG – O Estado de Minas Gerais se aproxima a cada dia da marca de sete mil mortes ocorridas em função de complicações do novo coronavírus. Entre quarta-feira (23) e esta manhã de quinta-feira (24), mais 86 mortes receberam confirmação pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), e, com o acréscimo, está em 6.983 o número de óbitos ocorridos em 583 municípios mineiros.

A maior parte destas vítimas da infecção são maiores de 60 anos, e a doença não acomete tanto de forma fatal os mineiros menores de 19 anos – são 21 mortes entre as quase sete mil ocorridas nesta faixa etária. O balanço epidemiológico publicado nesta quinta-feira destaca que em 75% das mortes houve a constatação de comorbidades anteriores como pneumopatias, diabetes e, principalmente, doenças do coração. A taxa de letalidade em Minas Gerais para a Covid-19 está em 2,5%.

Outra estatística revelada pelo levantamento refere-se à quantidade de cidades que ainda não têm casos do novo coronavírus. Caiu de oito para sete nesta quarta-feira (24) o número de municípios que se enquadram neste cenário. Apenas sete cidades permanecem imunes à pandemia, significa que a doença atinge atualmente 99,1% dos municípios mineiros – um total de 846 ou menos de 0,8% dos municípios não têm casos. Aliás, chegou a 278.901 o número referente à quantidade de casos acumulados – que são aqueles registrados em Minas Gerais desde o mês de março quando houve a primeira confirmação.

Cerca de 2.500 destes entraram para a lista somente nas últimas 24 horas, confirmados entre quarta e esta quinta. Apenas nos últimos cinco dias, contados a partir de domingo, foram registrados novos 10.892 pela Secretaria de Estado de Saúde. Segundo o órgão, apesar desta expansão, são 26.917 os casos que ainda estão sob acompanhamento, enquanto os demais que superam 245 mil são dados como recuperados. Sabe-se também que cerca de 27.900 dos mineiros infectados com o vírus necessitaram de internação hospitalar nas redes pública ou privada para tratamento da doença.

Em coletiva na tarde dessa quarta-feira (23), o chefe de gabinete da SES-MG, João Pinho, destacou que os indicadores relacionados à demanda por hospitalizações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) representam bem o atual cenário da pandemia do novo coronavírus em Minas Gerais. Ele acredita que o Estado esteja vivendo um momento de “estabilização com viés de descida”.

Apesar dos indicadores apontarem um aumento superior a 1.700% na demanda por internações por SRAG se comparadas as semanas epidemiológicas de 2019 e 2020, agora estes números estão em aparente queda, como defende Pinho. “Nós temos uma tendência de diminuição dessas hospitalizações. Este dado (de hospitalizações por SRAG) tem uma defasagem bem menor que o de óbitos. É, portanto, mais próximo da realidade”, comentou ele ao referir-se a uma queda ‘real’ na quantidade de casos ligados à pandemia.

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