Fabio Pegos

Comprometimento renal e autismo 

A  falta de similitude clara e específica entre doença renal crônica e o (TEA)  Transtorno do Espectro Autista no que tange a existência de biomarcadores é um dos aspectos de pesquisa e estudos mais modernos que tendem a descrever o TEA e a sua provável correlação com o aumento da creatinina, a despeito de não ser um fator preditivo claro e o achado de determinadas proteínas na diurese associando a doença renal. Dentre  o variado esquete de sinais e sintomas clínicos presentes no paciente com espectro autista destacam-se os distúrbios do sono e de alimentação, alterações no córtex cerebral, alterações metabólicas no que tange especificamente sobre as proteínas, que nos levam a pensar na correlação com problemas renais, além de transtornos digestivos e nuances imunológicos e por fim diminuição da acuidade auditiva e visual.Discernente a etiologia, as causas para o desenvolvimento do TEA são as mais variadas, destacando-se nesse acervo os medicamentos teratogênicos, as malformações congênitas, a descompensação dos níveis glicêmicos durante o período gestacional, a exposição a metais pesados, as doenças hipertensivas da gravidez  com associação de proteinúria e sangramento, idade materna e paterna avançada durante a concepção, apresentação fetal atípica, complicações do cordão umbilical, baixo peso ao nascer e avaliação neonatal com alteração, aspiração de mecônio, anemia neonatal, incompatibilidade ABO ou de Rh e hiperbilirrubinemia, o desuso de ácido fólico no período gravídico puerperal, dentre outros. Para além das questões clínicas, as dificuldades categóricas nas habilidades cognitivas propiciam alterações importantes na forma de comunicação e linguagem e sobretudo no relacionamento interpessoal.A abordagem para crianças com TEA deve contemplar as expertises empregadas com o foco na melhoria das funcionalidades alteradas, minimizando os transtornos associados. Propiciar um ambiente onde a segurança emocional confira a criança tranquilidade. O manejo deverá ser personalizado, considerando as expertises empregadas nas particularidades de cada criança portador do espectro autista. A Terapia ABA se mostrar efetiva e constitui uma ferramenta indispensável no manejo desse paciente, sobretudo quando crianças autistas são portadoras de doença renal crônica, apesar de não ser é um achado frequente, todavia evidentemente submeter um paciente a uma sessão de hemodiálise convencional ou de diálise peritoneal demanda de manejo técnico, apoio dos familiares e da equipe multiprofissional, pois a manutenção do paciente conectado a filtração extracorpórea durante 4 horas ou na DPA, demandará de ambientação à clínica, a equipe e equipamentos, todos esses aspectos são preponderantes na discussão sobre um plano de cuidados de enfermagem e de terapêutas comportamentais no manejo do paciente com TEA em diálise. 

Comprometimento renal e autismo 

A  falta de similitude clara e específica entre doença renal crônica e o (TEA)  Transtorno do Espectro Autista no que tange a existência de biomarcadores é um dos aspectos de pesquisa e estudos mais modernos que tendem a descrever o TEA e a sua provável correlação com o aumento da creatinina, a despeito de não ser um fator preditivo claro e o achado de determinadas proteínas na diurese associando a doença renal. Dentre  o variado esquete de sinais e sintomas clínicos presentes no paciente com espectro autista destacam-se os distúrbios do sono e de alimentação, alterações no córtex cerebral, alterações metabólicas no que tange especificamente sobre as proteínas, que nos levam a pensar na correlação com problemas renais, além de transtornos digestivos e nuances imunológicos e por fim diminuição da acuidade auditiva e visual.Discernente a etiologia, as causas para o desenvolvimento do TEA são as mais variadas, destacando-se nesse acervo os medicamentos teratogênicos, as malformações congênitas, a descompensação dos níveis glicêmicos durante o período gestacional, a exposição a metais pesados, as doenças hipertensivas da gravidez  com associação de proteinúria e sangramento, idade materna e paterna avançada durante a concepção, apresentação fetal atípica, complicações do cordão umbilical, baixo peso ao nascer e avaliação neonatal com alteração, aspiração de mecônio, anemia neonatal, incompatibilidade ABO ou de Rh e hiperbilirrubinemia, o desuso de ácido fólico no período gravídico puerperal, dentre outros. Para além das questões clínicas, as dificuldades categóricas nas habilidades cognitivas propiciam alterações importantes na forma de comunicação e linguagem e sobretudo no relacionamento interpessoal.A abordagem para crianças com TEA deve contemplar as expertises empregadas com o foco na melhoria das funcionalidades alteradas, minimizando os transtornos associados. Propiciar um ambiente onde a segurança emocional confira a criança tranquilidade. O manejo deverá ser personalizado, considerando as expertises empregadas nas particularidades de cada criança portador do espectro autista. A Terapia ABA se mostrar efetiva e constitui uma ferramenta indispensável no manejo desse paciente, sobretudo quando crianças autistas são portadoras de doença renal crônica, apesar de não ser é um achado frequente, todavia evidentemente submeter um paciente a uma sessão de hemodiálise convencional ou de diálise peritoneal demanda de manejo técnico, apoio dos familiares e da equipe multiprofissional, pois a manutenção do paciente conectado a filtração extracorpórea durante 4 horas ou na DPA, demandará de ambientação à clínica, a equipe e equipamentos, todos esses aspectos são preponderantes na discussão sobre um plano de cuidados de enfermagem e de terapêutas comportamentais no manejo do paciente com TEA em diálise. 

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