Quentura
Publicada em 16 de Julho de 2016 ás 17:26:57

Rio: gravação de filme de sexo explícito no Recreio vira caso de polícia

Reprodução / Facebook
Produtor e dono da agência de filmes pornôs Brad Montana se defende
A Polícia Civil decidiu abrir um inquérito para investigar a gravação de um filme pornô na Praia do Recreio. Uma das cenas foi acompanhada por um grupo de pessoas que não trabalhavam na produção e imagens registradas com celulares acabaram sendo postadas na internet. Responsável pelo filme, Brad Montana, dono da empresa BM Vídeos, disse que está arrependido e que poderá suspender sua comercialização. 
 
Inicialmente, a polícia o classifica como “ato obsceno em área pública”. Em entrevista ao site de notícias "G1", Montana afirmou que a praia foi escolhida de improviso, “já que houve um problema com o local reservado anteriormente”. Ainda segundo ele, a repercussão negativa é sinal de “preconceito e hipocrisia”.
 
"Hoje eu me arrependo de ter gravado. Gostaria de ser reconhecido pela qualidade do meu trabalho. As pessoas que me conhecem sabem que sou uma pessoa de bem. Embora esteja certo de que não causei qualquer constrangimento, não gostaria que a imagem da minha cidade fosse vista dessa forma. Sou um cara coerente, não quis ofender ninguém", disse Montana, que se define como “o Bombril do pornô”, por ter “1.001 utilidades. "Sou cinegrafista, diretor, produtor e ator.
 
Trabalho muito para tentar dar certo em um mercado que está em decadência", afirmou. Segundo ele, a gravação ocorreu em local discreto na Praia do Recreio e que no trecho onde foi gravado não há residências, prédios, comércio. "A cena foi filmada entre arbustos. Considerando o trecho de areia, era impossível que alguém passasse por ali. Não houve constrangimento de pessoas. Não havia ali no local nenhum banhista, muito menos mulher ou criança", observa.
 

 
Ameaças
 
A atriz pornô Nicolle Bittencourt contou ao jornal "O Dia" que está sendo ameaçada após as cenas se espalharem na Internet. “Estou com medo de sair nas ruas e apanhar. Toda hora meu telefone toca e recebo ameaças. Falam que vão me esfaquear, picotar meu corpo, me estuprar”, contou. 
 
 O inquerito foi aberto na última quarta-feira (13).  Rafael Faria, advogado da produtora, alega que o fato de não haver autorização da prefeitura para o uso de espaço público para filmagem de sexo explícito não constitui crime.
 
Em comunicado, ele diz não houve divulgação prévia da gravação. "As pessoas não foram convidadas a assistir, elas se aproximaram porque foram curiosas. A produtora não alardeou as filmagens. O produtor buscou uma praia deserta justamente para impedir que as pessoas se aproximassem", diz o advogado. Para Rafael, o produtor do filme é "vítima de acusações infundadas, hipócritas e preconceituosas".

Por Redação BK2

 
 
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