Política
Publicada em 15 de Agosto de 2017 ás 21:03:08

Governo quer que servidores tenham reajuste adiado e paguem mais à Previdência

A equipe econômica do governo federal anunciou nesta terça-feira (15), junto com a revisão da meta fiscal, o adiamento dos reajustes já aprovados para os funcionários do Executivo e novas alíquotas de contribuição previdenciária de 11% para até 14% para os servidores. As medidas têm que passar pelo Congresso. 

De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, os reajustes já concedidos serão postergados em 12 meses, o que trará um impacto de R$ 5,1 bilhões nas contas públicas. Algumas categorias do Executivo teriam os salários reajustados em janeiro de 2018 e outras em agosto do próximo ano.
 
Segundo Dyogo, a proposta enviada pelo governo ao Congresso também prevê a redução de alguns benefícios dos servidores, como a limitação do auxílio moradia, dos auxílios de ajuda de custo e a extinção de 60 mil postos de trabalhos que estão vagos no Poder Executivo.
 
'Estes 60 mil cargos estão vagos, mas evitamos que haja uma despesa adicional no futuro'.
 
Novos servidores
 
O ministro do Planejamento também revelou que a proposta definida pela equipe econômica estabelece uma reestruturação de todas as carreiras do serviço público federal. Para os novos servidores, Oliveira diz que o governo propõe a redução dos salários iniciais para as categorias do Executivo.
 
'Estamos pagando mais do que o dobro, as vezes o triplo, do que o mercado de trabalho pagaria para esse mesmo profissional'.
 
A proposta ainda aumenta de 13 para 30 os níveis do ciclo de gestão dos funcionários do Poder Executivo.
 
Meta fiscal
 
As novas propostas para o funcionalismo público surgiram logo após a equipe econômica revelar as novas metas fiscais para os anos de 2017 e 2018. A expectativa atual do Planalto é de que as contas do governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência) fechem os dois períodos com rombo de R$ 159 bilhões.
 
As projeções iniciais para os déficits públicos eram de R$ 139 bilhões em 2017 e R$ 129 bilhões em 2018. Trata-se da décima vez que o Poder Executivo revisa para cima a previsão de rombo nas contas públicas.
 
Durante o anuncio, Meirelles afirmou que a revisão da meta fiscal leva em conta a queda da arrecadação atrelada à queda dos índices inflacionários no País.
 
'Em razão dessa queda de arrecadação em função da inflação menor, estamos esperando em 2017 uma arrecadação menor do que a que esperávamos quando definimos a meta. Esta queda é de R$ 19 bilhões'.

Redação BK2

 
Publicada em 15 de Agosto de 2017 ás 21:03:08
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