Jujuba Sincera
Por Juliana Figueiredo

Publicada em 08 de Maio de 2016 ás 21:34:13

Ser mãe nunca foi um sonho

Eu sinceramente tenho a certeza e a convicção de que “Ser mãe nunca foi um sonho”, pelo menos pra mim, com toda força de expressão eu afirmo que nunca me senti e não me sinto preparada pra essa função. E não entendo por que eu tenho que ser condenada pela sociedade por isso.

Vai lá que quando criança, eu não aguentava ver um bebê que eu pedia pra carregar, até minha mãe descobrir que eu tinha duas hérnias na virilha e fui obrigada a fazer a cirurgia aos onze anos; e tive que fazer curativo em uma das cicatrizes porque inflamou durante um mês. Foi muito traumatizante pra mim, eu sei. E quando nada, o meu médico disse que não deveria mais segurar crianças com tanta frequência, pois a hérnia poderia voltar.

Depois desse fato me recordo muito pouco com o fato de ter voltado a segurar bebês com tanta frequência, mais quando pequena também tive poucas bonecas, porque na verdade eu gostava mesmo era de brincar com meu irmão, mais novo que eu só um ano, de tudo que ele resolvesse brincar sendo de comandos em ação a estrelinha na cancela.

Enfim, não cresci com o sonho na cabeça da maioria das minhas amigas, tipo: casar e ter filhos. Enquanto sonhavam com isso, eu sonhava em ser atriz e entrar pra Chiquititas, ser Paquita da Xuxa ou entrar pro Big Brother Brasil. Sem falar que passei minha adolescência apaixonada pelo Leonardo Dicaprio e Ricky Martin, por quem sou louca até hoje.

Nunca fui de ter relacionamento sério na adolescência e acredito que esse fato também tenha influenciado a não alimentar nada a respeito de família, casamento e muito menos filhos. Amigas minhas engravidaram na adolescência e vi a barra que passaram pra poder enfrentar os problemas do dia a dia de serem mães tão jovens e sem estruturas financeiras.

Talvez a realidade da vida dos outros me fez desistir de qualquer ideia de que a maternidade é o apogeu da mulher. Quer saber mesmo? Eu não acredito na frase: “Que só a maternidade completa a mulher!”. Mentira... A gente se completa com o que achar que deve, isso sim. Desconsidere essa afirmação da sociedade se você é mulher ao ler esse texto.

Longe de mim, se te assustei, por estar aqui dizendo coisas que você não costuma ouvir. Conheço outras mulheres que pensam como eu e se realizam em muitas coisas legais como trabalho, carreira e viagens. A vida é um ciclo e cabe à gente querer viver isso dia a após dia e de maneira contínua. Casar sim e filhos não! E por que não podemos fazer isso mesmo?

Você mulher preste atenção! A sociedade nos fez e faz viver dentro de muitas regras e sem falar que se acham no direito de optar pela a gente qual o caminho de felicidade é o script da vida que devemos seguir. Querida, filhos nos dias atuais é uma questão de escolha, isso não implica na felicidade de uma mulher. A gente constroi um caminho e busca nele o que for melhor pra gente!

Se casar e ter filhos é o seu sonho não deixe de fazer. Sou uma mulher saudável, jovem e que já fez trinta, porém meus sonhos estão numa lista bem grande e vou te contar só uns deles... Quero saltar de bungee jumping, asa-delta, paraquedas e andar de balão. Perder o medo de mergulhar e conhecer todos os lugares que eu puder.

Se caso eu não morra jovem, não faltará oportunidades de vivenciar a maternidade, caso um dia eu queira isso, com certeza é a última coisa da minha lista. Bem, meu conceito de felicidade não depende do seu e nem o seu da minha opinião. Não se preocupe se quer, ou não tem filhos. Hoje isso não vai definir se você é um ser ruim porque não quer ser mãe ou se prepara pra decidir essa posição quando tiver uma condição de assumir esse posto. Querida, relaxa!

Por Juliana Figueiredo

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Publicada em 24 de Agosto de 2015 ás 14:57:05

Tão raro como a gente

Queer as Folk é muito mais do que um seriado fútil sobre gays. É todo um universo por trás de um conceito: livre-se de seus tabus. Seja você.
A produção é baseada na homônima inglesa, produzida por Russel T. Davies, o homem que trouxe Doctor Who de volta. A versão americana foi roteirizada por Ron Cowen e Daniel Lipman, distribuído pela Warner Bross Television e contava a história de um grupo de cinco amigos residentes de Pittsburgh, Pensilvania: Brian, Justin, Michael, Emmet e Ted, todos extremamente diferentes entre si, tendo em comum apenas o fato de serem gays. Completava a trama um casal lésbico amigo deles, Melanie e Lindsay.
Durante 83 episódios, Queer as Folk uniu o mundo das noites agitadas com os dramas pessoais de cada um de seus personagens, passando por questões de ordem política, social, religiosa, sem se mostrar “politicamente correta” ou qualquer coisa do tipo, retratando as situações com o máximo de verossimilhança possível, construindo bem seus personagens e se tornando, à época, um marco atemporal na luta e retratação dos direitos LGBT, além de expandir seu ângulo e trazer reflexões sobre relações, sejam elas familiares, amorosas ou profissionais.

Título: Queer as Folk (Os Assumidos);
desenvolvido por: Ron Cowen e Daniel Lipman;
elenco: Gale Harold, Randy Harrison, Peter Paige, Scott Lowell, Hal Sparks, Michelle Clunie, Thea Gill, Sharon Gless, Jack Wetherall;
ano: 2000 – 2005; duração: 5 temporadas e 83 episódios; país: Estados Unidos e Canadá

Por Juliana Figueiredo

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Publicada em 22 de Maio de 2015 ás 23:53:05

Hoje o dia é Todo #MEU

“Não tenho tudo que amo… Mas amo tudo que tenho.” Pelo que eu sei, esta frase é de Bob Marley, se foi realmente dele a autoria, isto não importa, o que importa é que neste momento traduz bem o que estou sentindo e a minha vida atual. Hoje é meu aniversário, e durante alguns dias eu tenho refletindo sobre minha vida, e tudo aquilo que vivi até os meus atuais 31 anos.
Repassei em minha mente, as várias épocas da minha vida como se fossem temporadas de seriados de TV. Sim, eu gosto de me lembrar desta maneira como temporadas. A Temporada de quando fui criança, a temporada da adolescência, a temporada do primeiro emprego, da vida de festas e cachaçada, e quando comecei conseguir a realizar os meus sonhos.
Assim como em seriados de TV, apareceram personagens, amigos, colegas, professores, um amor e alguns casos. Alguns se foram ou se mudaram. Com o amor acabei brigando. Alguns apareceram e ficaram. Alguns permanecem até hoje. Alguns vão chegar. Alguns vão nascer. Outros já morreram ou vão morrer. Quem vai saber?
Eu também fui mudando, mudei os gostosos hábitos, os interesses, o corte de cabelo, o peso. Mas hoje o que posso dizer é estou mais madura, não só por estar fazendo 31 anos, mas da maneira de pensar e de agir. Estou feliz, sou feliz! Amo meus cachorros, amo meus amigos, amo minha família! Amores se foram e ando precisando mesmo de um novo...Emoticon wink
Pena, as pessoas que ficaram nas temporadas que passou, não possam estar comigo nesta temporada por causa da mudança deste mulher que me tornei. Algumas destas pessoas não aceitaram esta mudança ou ainda não perceberam.
Mas a vida é maravilhosa! Somos privilegiados por podermos estar nela. Neste meu aniversário só tenho a dizer uma frase clichê: São os 31 anos, “muito bem vividos”!

Parabéns a todos que fazem aniversários hoje!

Por Juliana Figueiredo

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