Goteira de conversa
Por Laísa Melo

Publicada em 30 de Dezembro de 2016 ás 18:34:18

O prazer inesgotável por filmes

 
Já ouviu falar em cinefilia? Não? E se eu falar em amor pelo cinema? Pois é, no sentido mais amplo, gostar de tudo que se refere a filmes, nos seus mais variados gêneros. É disso que eu estou falando.
 
Em um papo com o cinéfilo Duda Spínola, meu entendimento afinou mais um pouco. Ele, que desde cedo foi incentivado pelos pais a ter contato com a arte, sobretudo música e cinema, me explicou um pouco sobre a cinefilia e deu umas dicas. E de cara, apaixonado que é, soltou logo a frase: “queria ver filmes com mais frequência”.
 
Agora tente imaginar a periodicidade que Duda gostaria de ver filmes, já que para ele o filme sendo bom, não importa o gênero. Os de lobisomem por sinal, ele adora. Com uma ressalva, ele só não gosta de musicais, apenas por não se sentir atraído pelo estilo.
 
 O que seria um filme bom? Segundo o cinéfilo, se o filme emociona de alguma forma, a despeito de gênero, elenco ou diretor, é bom. Simples assim, já que “a arte deve ter como objetivo primordial tocar as pessoas. Ao mesmo tempo em que o cinema pode ser política, educação, diversão... pode não ter nada disso”, definiu e completou opinando sobre as premiações na área, que “apesar de ter sua relevância, para mim não passam de prêmios de indústria”.
 
Nesse sentido, o cinema americano ainda é o mais requisitado. Os Estados Unidos são a grande hegemonia desde o século passado. E expostos que somos a muitas influências de lá, com o cinema não é diferente. Recebemos cinematografia de qualidade e também deficiente. Com esse consumo criou-se um hábito, o vício à linguagem cinematográfica norte-americana. E o cinema europeu ficou no desdém. Assim como o brasileiro, que tem produções interessantes. Atualmente o acesso está mais facilitado. O que falta é se abrir a outras possibilidades.
 
Não poderíamos terminar sem sugestões. Duda, que ultimamente tem assistido a séries, recomenda um filme de 2014, “Interestelar”. E na sua correria, não teve tempo, mas quer assistir “Creed” e “Aquarius”. Dos filmes previstos para 2017, “Fences”. Mas tem aquele que ele não aconselha! “O anticristo”. Apesar de ter sido sucesso de crítica, inclusive com um ator que ele aprecia, ele simplesmente detestou.
 
O cinema é considerado a sétima arte. O teórico e crítico de cinema Ricciotto Canudo defendeu a ideia de integrá-lo à categoria das Belas Artes, que compreendia a música, pintura, escultura, arquitetura, poesia e dança. E mais: para ele o cinema é uma arte síntese que concilia todas as outras artes.
 
As dicas já foram dadas. É só acrescentar a sua playlist, se inspirar e pensar em outros filmes, mas não deixar de correr para o cinema ou para o sofá. Bom filme!
 
 

 

Por Laísa Melo

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